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A ABTA Reenquadra o Conselho de Viagem após o Brexit como uma Lista Prática para Viagens à UE
Open vintage atlas showing Spain and Portugal with a Venezuelan passport on top, symbolizing travel.
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A ABTA Reenquadra o Conselho de Viagem após o Brexit como uma Lista Prática para Viagens à UE
As regras centrais que agora moldam as viagens pós-Brexit
A orientação da ABTA deixa claro que as viagens curtas à UE continuam simples para a maioria dos viajantes do Reino Unido, mas já não assentam nas premissas anteriores ao Brexit. Os titulares de passaporte britânico precisam de verificar tanto a data de emissão como a data de validade, porque, em regra, o passaporte deve ter menos de 10 anos no momento da entrada e continuar válido pelo menos três meses após a saída. A página também reafirma que a maioria das viagens de lazer e negócios ainda pode ser feita sem visto por até 90 dias em qualquer período de 180 dias, enquanto o ETIAS é apresentado como uma exigência posterior prevista para o final de 2026 e não como algo já em vigor.
As rotinas de fronteira e a preparação da viagem são agora mais detalhadas
O guia mostra como as viagens após o Brexit dependem mais de documentação e de preparação na fronteira. Os viajantes do Reino Unido poderão ter de usar filas para não cidadãos da UE, ainda podem ser solicitados a mostrar bilhete de regresso ou continuação da viagem e prova de fundos, e, por agora, continuam a receber carimbos no passaporte até que o EES substitua de forma mais ampla o processamento manual. A ABTA relaciona essa preparação fronteiriça com outras verificações práticas, incluindo cobertura de saúde através do EHIC ou GHIC quando aplicável, seguro de viagem, possíveis custos de roaming móvel, regras de condução por país e os certificados exigidos para animais de companhia.
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Porque os viajantes precisam de ajustar o conselho ao tipo de viagem
A ideia mais ampla da ABTA é que o Brexit alterou a lista de verificação de viagem de forma diferente consoante o tipo de deslocação. A Irlanda e a Common Travel Area não seguem as mesmas regras de passaporte e visto que a maioria dos destinos da UE, os viajantes em negócios podem precisar de rever documentação adicional e formalidades aduaneiras, e os compradores podem por vezes recuperar IVA segundo regras locais para visitantes não pertencentes à UE. O resultado não é que viajar se tenha tornado excecionalmente difícil, mas sim que a preparação depende agora muito mais do destino, do objetivo da viagem e dos documentos levados consigo.
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