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O ETIAS Começou como uma Proposta de Segurança Schengen mais Ampla, e não como uma Medida do Brexit
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O ETIAS Começou como uma Proposta de Segurança Schengen mais Ampla, e não como uma Medida do Brexit
A proposta original centrava-se na triagem de viajantes isentos de visto antes da chegada
A explicação da ABTA em 2016 descrevia o ETIAS como um sistema automatizado de autorização destinado a avaliar riscos de segurança, migração e saúde associados a viajantes isentos de visto que seguissem para o espaço Schengen. A ideia central era que os viajantes elegíveis apresentassem o pedido online ou através de uma aplicação antes da partida, esperando-se que a maioria dos casos de baixo risco fosse aprovada automaticamente após verificações em bases de dados.
Âmbito, custo e validade faziam parte do desenho inicial
A proposta original da Comissão Europeia previa uma taxa de cinco euros para a maioria dos adultos, validade de entradas múltiplas até cinco anos ou até à expiração do passaporte, e amplas verificações de dados nos sistemas existentes. A ABTA também sublinhava que a proposta se aplicava a viagens para o espaço Schengen, e não a deslocações para o Reino Unido ou para a Irlanda, e que na época não deveria ser lida como uma medida específica do Brexit.
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As transportadoras já observavam o peso operacional
Outra questão levantada desde cedo era o papel das transportadoras, que deveriam verificar antes da viagem se os passageiros relevantes possuíam autorização válida. A ABTA observava que, embora o objetivo político fosse uma triagem mais clara antes da viagem, o encargo prático para os operadores de transporte e o calendário mais amplo de adoção continuavam a exigir atenção cuidadosa.
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